Para quem ainda ama — mas sente que está a perder
Você sente. Não precisa que ninguém lhe diga. O amor está a escapar pelos seus dedos — e quanto mais aperta, mais ele foge. Mas ainda há tempo.
Reconhece-se em algum destes sinais?
o amor da sua vida está a um passo de ir embora para sempre.
Cruzam-se na cozinha sem se olharem. Sentam-se no mesmo sofá, mas cada um no seu telemóvel. A casa que era um lar virou apenas um endereço partilhado.
A cama ficou fria. Não há mais um abraço antes de dormir, nem um beijo de bom dia. O corpo dele(a) está ao seu lado, mas o coração está longe.
As conversas reduziram-se a "está bem", "depois falamos", "estou cansado(a)". O silêncio entrou em casa e instalou-se entre vocês.
Bloqueia o ecrã quando se aproxima. Apaga mensagens. Atende chamadas noutra divisão. Você sente — mesmo sem ter provas — que algo mudou.
A intimidade desapareceu. Os carinhos pararam. E quando tenta aproximar-se, sente um muro invisível a empurrá-la(o) para longe.
Tudo o que faz parece estar errado. Ou então, nem isso: a indiferença é total. E a indiferença, no amor, dói mais do que a raiva.
O trabalho, os amigos, o ginásio… tudo passou a ser mais importante do que vocês. E você fica em casa a olhar para o relógio, a chorar em silêncio.
A intuição não engana. Algo cheira mal. Um nome novo, um perfume diferente, um sorriso ao telemóvel que já não é para si. E o seu coração sabe.
Uma palavra sincera
Sei que finge que está tudo bem para os filhos, para a família, para os colegas no trabalho. Sorri por fora — e por dentro está despedaçada(o).
Sei que já chorou no chuveiro para ninguém ouvir. Que já dormiu virada(o) para a parede a fingir que estava a dormir. Que já releu mensagens antigas para se lembrar de quando ainda era amada(o).
Sei que se pergunta todos os dias: "o que é que eu fiz de errado?" A resposta é — nada. Há forças, energias e pessoas que se metem onde não foram chamadas. E é exatamente aí que eu posso ajudar.
Não esperou tanto tempo para desistir agora. Fale comigo hoje.
Atendimento confidencial, sem julgamentos. Falamos por WhatsApp ou telefone, quando e como se sentir confortável.
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